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    Parque Estadual Aguapeí TOPO
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Localização: Próximo da divisa entre os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, a 10 quilômetros da confluência dos rios Paraná e Aguapei. - Municípios paulistas: Castilho, Nova Independência, Guaraçaí, São João do Pau d´Alho, Monte Castelo e Junqueirópolis.

Área: 9.043,97 hectares

Fauna: É muito comum encontrar neste ambiente animais típicos do pantanal mato-grossense e áreas alagadas como tuiuiú, cabeça-seca, João-grande, colhereiro, garça-branca-grande, garça-branca-pequena, marreca, biguá e o tacha, entre outras. Também são encontrados a capivara, anta e o cervo-do-pantanal.

Características Físicas: A região apresenta grandes extensões de várzea, área que permanece alagada durante as estações de chuvas, quando as águas do rio transbordam e inundam terrenos adjacentes.

Sobre o Parque: O Parque do Aguapei foi criado dia 2 de julho de 1998, como compensação ambiental pela implantação da Usina Hidrelétrica Engenheiro Sergio Motta, conhecida como Usina Porto Primavera.

Foto: Município de Junquirópolis
:: Fonte: MS Imagens

 
    Parque Estadual Alberto Löfgren TOPO
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Localização: São Paulo - Capital

Divisão: DRPE.

Seção: Parque Estadual da Capital.

Acesso: - Av. Cruzeiro do Sul, R. Dr. Juquim, Av. Nova Cantareira, Av. Maria Amália Lopes de Azevedo, R. do Horto.

- Av. Voluntários da Pátria, Av. Sta. Inês, R. Luis Carlos Gentile de Laet Área: 174 ha.

Clima: Clima Tropical úmido serrano da Cantareira.

Fauna: Possui espécies de Bugio, macaco-prego, capivara, serelepe, gambá, tucanos, bem-ti-vi, pica-pau, martim-pescador, entre outros.

Flora: Mesclada com arborização de espécies exóticas e nativas em arboretos ou isoladas com regeneração espontânea de espécies nativas e exóticas. A vegetação outrora existente e de seu entorno é classificada como Floresta Ombrófila Densa Montana.

Espécies em extinção: Pinheiro-brasileiro, peroba-rosa, pau-marfim, pau-brasil, cambuci, cedro-rosa, cedro-do-brejo, jacarandá-da-bahia, brauna, sassafras, imbuia, bolsa-de-pastor.

Características Físicas: Dominam latossolos profundos de textura média a argilosa e os cambissolos, sendo que nas planícies fluviais ocorrem os gleissolos (solos com excesso hídrico).

Visitação: O Parque está aberto para vistação todos os dias, das 6:00 às 18:00. Suas principais atrações são o Museu Florestal, piquenique, parquinhos, equipamentos para ginásticas, cooper, ciclovia, quadra e campo de futebol, bicas d´água potável. Possui dois lagos, ciclovia e ainda oferece estudo de meio do Parque com escolas da rede de ensino médio e fundamental, trilha do Arboreto com escolas do ensino médio, Circuito Integrado Horto-Cantareira, Núcleo de Educação Ambiental, Estação Vida - Núcleo da Melhor Idade.

Sobre o Parque: O Parque Estadual Albert Löfgren (ex-Parque da Capital, 174 ha) foi o primeiro a ser criado , em 1896 simultaneamente com o Horto Botânico, dando origem ao próprio Instituto Florestal e sendo o marco inicial de uma longa luta contra a devastação.

Antigo Horto Florestal, o parque, apesar de localizado em área urbana, mantém extensas áreas de Mata Atlântica, constituindo uma importante referência para a população da Zona Norte da Capital.

Endereço: Rua do Horto, 931 - Horto Florestal
Contato: (11) 6231-8555 - (11) 6232-3117

Foto: Governo do Estado de São Paulo

 
    Parque Estadual Assessoria da Reforma Agrária - ARA TOPO
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Localização: Valinhos.

Divisão: DRPE.

Seção: Seção de Estação Experimental de Mogi-Guaçú.

Distância da capital: 90 km.

Acesso: Rota de acesso -São Paulo - Unidades): SP 330 (Rod. Anhanguera), até Km 82, SP 79 até o Bairro Macuco.

Área: 64,30 hectares

Clima: Seu clima é tropical alternadamente seco e úmido. Clima de transição CWa/CFa.

Fauna: A fauna do parque preserva espécies já pouco comuns na região, como papagaios (Amazona sp), tucanos (Ramphastos spp) e maritacas (Pionus maximiliani).

Flora:
Encontram-se nesta unidade, jatobás (Hymenaea courbanil), perobas (Aspidosperma spp), canelas (Ocotea spp) e jequitibás (Cariniana estrellensis).

Características Físicas: Morrotes alongados e morros com serras restritas.

Visitação: Área de grande potencial para visitas criteriosas mas não há infra estrutura para visitação.

Sobre o Parque: O Parque é composto por dois glebas:
- 40,67 Ha. mata nativa
- 23,63 Ha. eucaliptos SP. Tendo um ecossistema basicamente de Reflorestamento (Eucalypto) e Floresta Estacional Semidecídua.

O Parque Estadual A.R.A., como é conhecido, tem sua origem em uma iniciativa do governo estadual de implantar na região um projeto piloto de reforma agrária. Daí sua denominação, que são as iniciais de Assessoria da Reforma Agrária. Na ocasião foram vendidos a prazo sítios com completa infra-estrutura e conservada uma área de floresta, mais tarde transformada em parque.


Endereço: Rodovia Anhanguera, Km 82 - Bairro do Macuco
Contato: (19) 3862-2787


Foto: Instituto Florestal

 
    Parque Estadual Campina do Encontado - Pariquera Abaixo TOPO
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Localização: Pariquera-Açu.

Divisão: DRPE.

Distância da Capital: 250 km.

Acesso: Para chegar ao Parque Estadual de Pariquera Abaixo, o caminho é a rodovia Régis Bittencourt (BR 116) até o km 465, acesso para Pariquera Açu. Do centro desta cidade, o caminho é o bairro Braço Preto (12 km), depois mais 2 km até a Fazenda Lombadinha. Pega-se um acesso à direita e mais 1 km chega-se ao local das futuras instalações do parque.

Área: 2.359 ha.

Clima: Clima tropical úmido. Período de seca de Maio à Setembro. Período de inundação de Outubro à Abril.

Fauna: Preserva-se animais ameaçados de extinção como a lontra (Lutra longicaudis), o jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris), a jaguatirica (Leopardus pardalis) a suçuarana (Puma concolor). Há também uma grande diversidade de aves, dentre as quais as espécies de martim-pescador existentes no país e o ameaçado papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis).

Espécies em extinção: Papagaio-de-cara-roxa, Pavó (Piroderusscutatus).

Flora: Caracteriza-se por uma vegetação rica em bromélias, aráceas, mata de caxeta (Tabeuia cassinoides), mata de guanandi (Caliphyllum brasiliensis) e cambuí (Myrciaria tenella).

As bromélias, espécie típica da vegetação de restinga, formam "tapetes" pelo interior da mata

Espécies em extinção: Palmito juçara.

Características Físicas: Relevo formado por planícies costeiras aluviais quaternárias e terceárias e terraços marinhos. Planície sedimentar fluvio lacustre marinho de idade quaternária, apresenta em pequena escala alguns terraços marinhos.

Visitação: O Parque está aberto para vistação de Maio à Novembro, das 9:00 às 17:00. Os principais atrativos são o campo de bromélias, turfeiras, diversidade da flora. Possui trilhas passeios de barco e possibilidade de observação de fauna e flora silvestre.

Sobre o Parque: Lendas, mitos e muitas histórias falam dos encantos de uma região de planíce litorânea no município de Pariquera-Açu, sul do Estado de São Paulo. Flora e fauna completam a riqueza ambiental do parque. As inundações periódicas e as áreas constantemente inundadadas ajudaram a preservar a diversidade da fauna.

O Parque Estadual de Pariquera Abaixo integra a Rede de Unidades de Conservação administrada pela Secretaria do Meio Ambiente, por meio do Instituto Florestal, e abriga remanescentes da mata atlântica.


Endereço: Rua Santo Salete, 262
Contato: (13) 3856-2267 - (13) 3856-1002


Foto: Governo do Estado de São Paulo

 
    Parque Estadual Campos do Jordão - Horto Florestal TOPO
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Localização: Campos do Jordão. Distante 13 km da Vila Capivari

Divisão: DRPE.

Distância da Capital: 184 km.

Acesso: Rod. Pres. Dutra (BR 116); Rod. Floriano Rodrigues Pinheiro (SP 123); Av. Pedro Paulo.

Área: 8,3 mil hectares.

Clima: Clima subtropicalde altitude, mesotérmico e úmido.

Fauna: O Parque preverva cerca de 178 espécies de aves catalogadas, muitas das quais ameaçadas de extinção, como o papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea), o arapuçu-de-bico-torto (Campylorhamphus trochilirostris) e saudade-assobiador (Tijuca atra). Entre os mamíferos ocorrem, entre outros, a onça-parda ou suçuarana (Puma concolor) e o bugio (Alouatta fusca).

Espécies em extinção: papagaio-de-peito-roxo.

Flora: A vegetação predominante do Parque é de floresta araucária (Araucaria angustifolia) e podocarpus, que se concentram nos vales, gortões e encostas com maior umidade e em solos mais protegidos. A uma altitude média de 1.500m, encontram-se uma grande variedade de epífitas, musgos e orquídeas e bromélias. Já na parte coberta pela floresta atlântica, a altitudes entre 1.200 e 2.000m destacam-se espécies de famílias Compositae, Myrtaceae e Lauraceae, enquanto nos campos de altitude, na parte superior dos espigões, predomina vegetação herbácea e graminosa. Completa a vegetação do Parque, abrangendo cerca de 2.800ha de sua superfície, plantio iniciado em 1957 de pinus e eucalipto.

Espécies em Extinção: Araucaria angustifolia.

Características Físicas: Relevo de morros com serras restritas e montanhoso com serras alongadas. A área corresponde ao 2° grande degrau dos maciços antigos do Brasil Atlântico, sendo um de seus limites a escarpa da Serra da Mantiqueira, com suas vertentes para o Vale do Paraíba.

O uso do solo se restringe a três tipos de vegetação: 1- vegetação de mata, 2- vegetação campestre e 3- reflorestamento de coníferas.

Visitação: O Parque está aberto para visitação durante o ano todo, das 8:00 às 17:00. Os valores são R$ 3,00 por pessoa (acima de 7 anos), além de R$ 4,00 por veículo. A entrada de animais domésticos não é permitida.

As principais atrações são Trilhasauto-guiadas, tirolesa, passeio trenzinho, cachoeira, corredeiras, ciclismo, caminhadas/trekking. O Parque também conta com programas com portadores de deficiência, com Programa de Atendimento da APAE e atividades práticas de jardinagem e horticultura.

Sobre o Parque: o Parque Estadual ou Horto Florestal é o mais antigo do Brasil. Sua área ocupa um terço da superfície total da Estância de Campos do Jordão. Ali o visitante encontrará a maior reserva de coníferas do Estado. "Araucária Brasiliensis", "Pinus Elliotis", "Pinaster", "Insulares", "Taeda", "Pátula" e outras espécies cuidadosamente plantadas, compõe um cenário impressionante.

Além de trilhas por dentro da mata que cerca o parque, o Horto também oferece áreas para pique-niques, restaurante, lanchonete e hospedaria, para aqueles que querem aproveitar tudo que o parque tem a oferecer.

A comunidade local de moradores e vizinhos contam com programas voltados para a comunidade.

Endereço: Av. Pedro Paulo, s/n°
Contato: (12) 3663-1977 - (12) 3663-3762

Foto: Geocities

 
    Parque Estadual da Cantareira TOPO
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Localização: Municípios de São Paulo, Mairiporã, Caieiras e Guarulhos.

Divisão: DRPE.

Acesso: 10 km da Praça da Sé - SP.

- Núcleo Pedra Grande: Acesso pela MArginal Tietê até Av. Eng. Caetano Alvares seguindo pela Av. Sta. Ignês, Av Luís Carlos Gentille de Laet, no cruzamento entrar à esquerda seguindo a R. do Horot até n° 1.799.
- Núcleo Engordador: Acesso pela Rod. Fernão Dias até Km 79 sentido SP-BH, entrar na alça de acesso para a Av. Coronel Sezefredo Fagundes, n° 19.100 sentido Mairiporã. Próximo à Pedreira Itacema.
- Núcleo Águas Claras: O acesso é feita pela Marginal Tietê até a Ponte do Limão, seguindo pela Av. Eng. Caetano Alvares, Av. Água Fria até Av. Nova Cantareira, seguindo-se em frente pela Av. José Ermírio de Moraes. O Núcleo fica próximo à divisa SP-Mairiporã e um pouco antes do Portal de Mairiporã.
- Núcleo Cabuçu: Acesso pela Rod. Fernão Dias até a Casa de David (Km 80 sentido SP-BH), seguir pela Estrada da Barrocada até a Estrada do Cabuçu n° 2.691.

Área: aproximadamente 8 mil hectares.

Clima: Clima Mesotérmico úmido.

Fauna: Entre os mamíferos há destaque para a grande população de bugios (Alouatta fusca) - considerados símbolo da região -, enquanto mais raramente podem também ser avistados jaguatiricas (Leopardus pardalis) e quatis (Nasua nasua).

Espécies em extinção: Suçuarana (Puma concolor), macuco (Tinamus solitarus), veado-mateiro (Mazama sp) e jaguatirica.

Flora: Podem ser encontrados exemplares de jacarandá (Jacaranda cuspidifolia), jequitibá (Cariana estrellensis), canela (Ocotea cattarinense) e cedro (Cedrela fissilis), além de espécies introduzidas, como o pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia) e pinheirinho-americano.

Espécies em extinção: Palmito-branco (Euterpe edulis), cedro-rosa (Cedrela fisselis).

Características Físicas: Relevo montanhoso de serras alongadas. O solo é hidromórfico com profundidade média de 1 metro.

Visitação: O Parque está aberto para visitação de Sábados, Domingos e Feriados, 8:00 às 17:00h, com o valor de R$ 2,00 (menores de 10 e maiores de 60 - isentos). No período de férias o Parque fica aberto de Terça à Domingodas 8:00 às 17:00. Durante o resto do ano apenas aos Sábados, Domingos e Feriados, para o público geral.

As regras para visitação são: n ão coletar, não utilizar churrasqueiras, bolas, patins, skates e aparelhos sonoros (Bicicletas são permitidas apenas na trilha de Montain Bike no Núcleo Engordador).

As principais atrações são a Pedra Grande, cachoeira, ciclismo, área de caminhadas, piqueniques, e os programas para terceira idade.

Sobre o Parque: A Unidade é dividida em: Núcleo Águas Claras, Núcleo Engordador, Núcleo Pedra Grande e Núcleo Cabuçu. O Núcleo Cabuçu encontra-se em obras, ainda a ser inaugurado.

O Núcleo Pedra Grande é o mais antigo do parque, acessível ao público desde 1989.

O Engordador é um ambiente característico de Mata Atlântica, com vegetação densa, árvores altas, arbustos, muitas samambaias, orquídeas e rico em recursos hídricos, como se pode observar caminhando pelas trilhas da Cachoeira ou do Macuco.

Endereço: R. do Horto - Tremembé - Cantareira
Contato: (11) 6231-8555

Foto: Cantareira Adventure Team

 
    Parque Estadual Carlos Botelho TOPO
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Localização:
Municípios: São Miguel Arcanjo, Sete Barras, Capão Bonito e Tapiraí.

Divisão: DRPE.

Distância da Capital: 200 km.

Acesso: Sede - Rod. Castelo Branco, SP 250 e SP 139. Seguir sentido Sete Barras, após São Miguel Arcanjo, num trecho de 25 Km, até o término do asfalto, onde se localiza a Sede.

Área: 37.644,36 hectares.

Clima: A região apresenta duas áreas com tipos climáticos diferentes, Cfa e Cfb. Temperaturas médias anuais entre 18°C e 20°C.

Fauna: A fauna do Parque abrange algumas espécies em extinçã, como onça-pintada (Panthera onca) e a parda (Puma concolor), a jaguatirica (Leopardus pardalis), o cachorro-do-mato (Cerdcyon thous azaral), a anta (Tapirus terrestris) e o veado (Mazama spp), além de ser nosso maior reduto de mono-carvoeiro (Brachyteles arachnoides) - estimados entre 600 e 800, enquanto no restante do país sua população não ultrapassa 1.200. Entre as aves foram identificadas cerca de 220 espécies, com destaque para a mais significativa população do país de jacutinga (Pipile jacutinga), também ameaçada de extinção.

Flora: Tanto na região do Planalto como na do Vale do Ribeira, a floresta tem aspecto tipicamente tropical, com abundância de palmito (Euterpe edulis), além de numerosas espécies de madeira de lei e plantas ornamentais, como orquídeas, bromélias e samambaias.

Espécies em extinção: Palmito Juçara.

Características Físicas: Relevo de montanhas com vales profundos e morros paralelos. Podem-se distinguir nele duas unidades morfológicas:
o Planalto de Guapiara e a Serra de Paranapiacaba.

Visitação: O Parque está aberto para visitação o ano todo, das 9:00 às 16:00h. É efetuada a cobrança de ingressos de R$ 2,00 por pessoa, no caso de excursões de escolas ou grupos organizados.

As principais atrações são trilhas, bica, Rio Taquaral, Rod. SP 139, cachoeiras, lagos, espaço para caminhadas e ciclismo.

Oferece possibilidade de obervação da fauna e da flora silvestre e programa p/ portadores de necessidades especiais.

Sobre o Parque: O Parque Estadual Carlos Botelho possui três trilhas que podem ser monitoradas, sendo as duas principais localizadas nas proximidades da sede, em São Miguel Arcanjo. Ao percorrê-las é importante que se faça silêncio, aumentando as chances de observar vários animais.


Endereço: Rod. SP-139, Km 78 - Abaitinga
Contato: (15) 3379-4278 - (15) 3379-1477


Foto: Instituto Florestal

 
    Parque Estadual Fontes do Ipiranga PEFI TOPO
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Localização: São Paulo - Capital

Acesso:
Para quem vem do interior ou outros estados, seja qual for a rodovia, terá que seguir pelas marginais Pinheiros e Tietê. Vindo do Rio de Janeiro, rodovia presidente Dutra, BR 116; Minas Gerais, rodovia Fernão Dias, BR 381; sul do país, rodovia Régis Bittencourt, BR 116; interior paulista, as opções são várias, rodovia Anhanguera, SP 330; para quem vem da Região de Ribeirão Preto, rodovia Washington Luís, SP 310; região de São José do Rio Preto, rodovia Marechal Rondon, SP 300 e rodovia Castelo Branco, SP 280; região de Araçatuba, para quem vem da região de Presidente Prudente, rodovia Raposo Tavares, SP 270. Vale lembrar que há um rodízio municipal na cidade, por isso confira antes o dia e número da placa, para não ser multado.

Área: 526 hectares.

Fauna: O Jardim Zoológico abriga mais de 3.200 animais de várias espécies, representados por 216 tipos de aves, 102 mamíferos, 95 répteis e 15 anfíbios. O jardim também é conhecido pelo seu trabalho em programas de criação em cativeiro, onde destacam-se espécies como o tamanduá-bandeira, tamanduá-mirim, gavião-pega-macaco, jacaretinga, muçuã e mico-leão.

O Zôo-Safari, conhecido antigamente como Simba Safári, possui uma área de 100 mil m², sua grande atração é o fato de ser o contrário do Zoológico, aqui os animais ficam soltos e os visitantes percorrem o trajeto de visitação de carro, mais ou menos no estilo de Jurassic Park, o filme dos dinossauros de Steven Spielberg. São cerca de 300 animais de 16 espécies diferentes entre aves, primatas e felídeos.

Já no Jardim Botânico todas as espécies estão livres e vivendo num habitat natural, na grande reserva de mata atlântica que está localizada entre os parques (Zôo Safári, Botânico e Zoológico) e as instituições do governo. Podemos ter um real contato com espécies como os macacos-prego, bugios, gambás, tartarugas, preguiças, teiús e tatus que vivem na área do jardim. Além da incrível quantidade de aves, muitas delas migratórias, como é o caso da garça-branca.

Flora: Algumas espécies provenientes de floresta estacional semidecídua, que perde as folhas em determinada época do ano, e com partes de cerrado, especificamente no Jardim Zoológico e no Zôo Safári, temos uma cobertura praticamente de mata atlântica, mas devido a grande diversidade de animais que ambos os parques possuem em exposição, os trechos tem características próximas ao habitat natural de cada espécie, o que deixa a flora em um segundo plano aos olhos do visitante.
Exatamente o contrário do que acontece no Jardim Botânico, onde o grande atrativo é a contemplação da natureza.

O Botânico de São Paulo é um dos mais importantes do mundo e reúne uma diversidade de espécies incrivelmente grande, além de estar dentro de uma área com mata atlântica nativa, o que o torna ainda mais especial.

Características Físicas: Relevo suave recoberto por vegetação de floresta ombrófila densa, típica de encosta de mata atlântica

Visitação: A entrada do Jardim Zoológico fica na Av. Miguel Estéfano, 4.241, no bairro da Água Funda, região sudeste de São Paulo, abre das 9h às 17h, fecha apenas as segundas (exceto feriados), a entrada custa R$ 7,00, menores de 12 anos não pagam, maiores informações, tel: 276-0711, fax: 276-0564, ou www.zoologico.com.br.

O Zôo Safári funciona das 10h às 16h30, de quarta a sexta. Aos sábados e domingos abre das 9h às 16h30. Sua entrada está localizada na Av. do Cursino, 6.338, o ingresso custa R$ 17,00, grátis para menores de 12 anos,
tel: 5058-0552.

O Jardim Botânico está localizado na Av. Miguel Estéfano, 3.031, abre das 9h às 17h, fechando as segundas e terças, exceto em feriados. A entrada custa R$ 2,00. Durante a semana, o acompanhamento de guias custa R$ 1,50, por pessoa, nos finais de semana a monitoria não é cobrada, tel:5584-6300.
Na internet: www.ibot.sp.gov.br. Os três roteiros acima possuem estacionamento.

Sobre o Parque: Também conhecido como Parque do Estado ou Parque da Água Funda, o PEFI tem sua origem no século XIX, precisamente em 12 de setembro de 1893. É um dos maiores remanescentes de Mata Atlântica inserido em meio urbano paulistano; são 526 ha em uma região com sérios problemas ambientais, urbanos e sociais. O PEFI guarda também uma importância histórica, já que concentra as nascentes que formam o riacho do Ipiranga.


Endereço: Av.Miguel Stefano - Agua Funda
Contato: (11) 5073-6300 - (11) 5073-9963

Foto: Brazilian Portraits

 
    Parque Estadual Furnas do Bom Jesus TOPO
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Localização: Pedregulho.

Divisão: DRPE.

Seção:
Seção de Florestas de Bebedouro.

Distância da Capital:442 km.

Acesso: Rod dos Bandeirantes (SP 348), Rod. Anhanguera (SP 330), Rod. Cândido Portinari (SP 334) no Km 434. Entrar no primeiro trevo e pegar a Av. de acesso à cidade.

Área: 2.069,06 hectares.

Clima: Clima Mesotérmico de inverno seco. Temperaturas variando no verão entre 18°C e 32°C e, no inverno, entre 3°C e 13°C.

Fauna: A fauna do Parque conserva espécies primitivas como tatu (Dasypys spp), tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla), jaguatirica (Leopardus paradalis) e suçuarana (Puma concolor), lobo-guará, etc.

Espécies em extinção: Jaguatirica, suçuarana, logo-guará, paca, cotia, tatu-peba, tatu-galinha, tatu-bola, raposa, tamanduá-bandeira, tamanduá-mirim, teiú, canário-da-terra, papagaio-grego, codorna, sapo-boi.

Flora: Floresta estacional semidecidual. Dentre suas principais florísticas destacam-se o ipê (Tabepuia spp), o jacarandá (Jacaranda cuspidifolia), o jequitibá (Cariniana estrellensis), o açoita-cavalo (Luechea spp) e a peroba (Aspidosperma spp).

Espécies em extinção: Palmito juçara (Euterpes edulis), barbatimão, faveira, peroba-poca, amarelinha, jequitibá.

Características Físicas: Relevo com topos achatados na parte superior, ocorrendo topos arredondados, com encostos escarpados em forma de cuestos e cânions. O fundo do cânion é quase pleno.

Visitação: O Parque está aberto para visitação de de Segunda à Sexta-feiras, das 8:00 às 17:00h. As regras para visitação são: Não coletar, não caçar, não pescar, não jogar lixo no chão.

As principais atrações do Parque são a Trilha do Chalé, Trilha dos Macacos, Mirante, cachoeiras, corredeiras, lagoas, espaços para caminhadas e ciclismo. Ainda oferece condições de observação de fauna e flora silvestre e programas com escolas.

Sobre o Parque: Localizado na bacia hidrográfica do Córrego do Pedregulho, sua reserva mantém muitas espécies da fauna característica do cerrado, como o tamanduá-mirim, além de uma das maiores cachoeiras do Estado - a Cascata Grande, com 122 metros de queda.

Em seu interior há sete cachoeiras, entre as quais uma das maiores do Estado a Casacata Grande, com queda de 122 metros.

Endereço: Av. Orestes Quércia, Km 2,5
Contato: (16) 3171-1118

Foto: Embrapa

 
    Parque Estadual da Ilha Anchieta TOPO
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Localização: Ubatuba.

Divisão: DRPE.

Distância da Capital:240 km.

Acesso: Rota de acesso (São Paulo - Unidade): Br 116 (Rod. Pres. Dutra); Sp 55 (Rod. Rio-Santos) até Saco do Ribeira; Embarcação ou Br 116; Sp 125; Sp 55.

Acesso ao Parque é feito pelo pier da Enseada das Palmas em frente ao Presídio por escunas de passeio ou embarcações particulares.

Área: 828 hectares.

Clima: Clima tropical chuvoso. Temperatura média anual variando de 22,4°C, variando entre as médias máximas no verão de 30°C à 33°C e as mínimas, em julho, de 8°C à 4°C.

Fauna: A Ilha recebeu em 1983, 148 animais de 16 espécies, vindosdo Zoológico de São Paulo. Desses, alguns animais extinguiram-se naturalmente, como veados, bichos-preguiçae ratões do banhado.

Outras espécies encontraram um habitat favorável à sua reprodução, como: capivaras, saguis, quatis, cutias e tatus. Entre as aves, há catalogadas 53 espécies, todas de pequeno porte, como o sanhaço (Thraupis sayaca), o juriti (Lepdotilia rufaxilia), anu-preto (Crotophaga ani) e o martim-pescador-grande (Ceryle torquata).

Diversos animais encontram abrigo e alimento nessa mata, como capivaras, pacas, cotias, macacos-prego, sagüis, quatis, gambás, lagartos, preguiças e tatus. Levantamentos científicos constataram a presença de mais de 50 espécies de aves, entre as quais, sabiás, juritis, tangarás, tiés-sangue, coleirinhas, saíras, bem-te-vis, beija-flores, atobás e gaivotas.

Flora: A flora variada inclui árvores altas como figueiras, capixinguis, guapuruvus e outras como ipês, tapiás, palmiteiros e brejaúvas, todas com troncos povoados por orquídeas, samambaias e cipós.

A Ilha Anchieta conserva, além das ruínas do Presídio, uma floresta exuberante, em diferentes estágios de sucessão, formações de restinga, campos de samambaias e campos antrópicos.

Espécies em extinção: Palmito juçara (Euterpes edulis).

Características Físicas: Relevo montanhoso, bastante acidentado, predominando declividade superiores a 24°. O vale principal a leste do Presídio divide a ilha em dois setores montanhosos: o sentetrional com altitude máxima de 339m (Pico do Papagaio) e o meridional com 319m (Pico do Farol).

Visitação: O Parque está aberto para visitação durante o ano todo, das 8:00 às 18:00 - de Março à Novembro fecha as quartas. Oferece churrasqueira, playground, trilhas subaquáticas. Há espaço para caminhada, mergulho, navegação e canoagem.

Para visitação, grupos organizados deverão contatar o Parque com no mínimo 5 dias de antecedência e para a utilização do auditório, deve ser agendado previamente.

O Parque não oferece atividades de canoagem e caiaque, mas poderão ser feitas por particulares ou empresas terceirizadas.

O ingresso é R$2,00 por pessoa, exceto crianças menores de 5 anos.

Sobre o Parque: O parque ocupa a totalidade da ilha e, além de proteger as riquezas naturais, preserva o rico patrimônio histórico-cultural representado pelas ruínas do presídio e suas instalações.

Ao visitar a parte histórica do parque, o visitante contribui com uma pequena taxa de ingresso, destinada à conservação e melhoria da infra-estrutura e visitação.

Através de duas trilhas principais, a trilha da Prainha e a trilha da praia do Sul, o visitante percorre a Mata Atlântica em seu formato original.

Existem três cercos de pesca artesanal no entorno da ilha. Nesse local é proibida a pesca de qualquer tipo. A Ilha está à 600 metros do continente.

Funcionou como presídio para presos comuns até ser extinto por Jânio Quadros 1955. Em junho de 1952 ocorreu a maior rebelião da época. Cerca de 400 presos dominaram os guardas, mataram soldados e funcionários e fugiram. Muitos foram recapturados, mas a revolta determinou o fim do presídio.Atualmente a parte frontal do presídio, reformada, abriga a administração do Parque, sala de exposição, auditório, ambulatório e sanitário, público. As antigas celas, hoje em ruínas têm acesso restrito e já possuem projeto de recuperação para a implantação de atividades culturais e educativas.

::: Clique aqui e saiba mais sobre a Ilha Anchieta.

Endereço: CP 204
Contato: (12) 3832-9059
(12) 3832-8007


Foto: André Matos

 
    Parque Estadual Ilha do Cardoso TOPO
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Localização: Cananéia.

Divisão: DRPE.

Distância da Capital:215 km.

Acesso:
Rod. Régis Bittencourt (BR 116) até Pariquera-Açu. Estrada Pariquera-Cananéia (SP 226) via ponte até a base de apoio, que fica na cidade de Cananéia, na Av. Wladimir Besnard s/n°, bairro Morro São João. Na Av. Beira Mar saem embarcações particulares levando os visitantes aos Núcleos Perequê e Marujá, na Ilha do Cardoso.

Área: 22.500 hectares.

Clima: Clima Megatérmico superúmido, sem estação seca definida - Clima subtropical úmido da fachada oriental da América do Sul.

As médias térmicas anuais variam entre 20 e 22°C, com a amplitude térmica anual relativamente baixa, embora em alguns dias de inverno podem baixar a 10°C e em outros de verão possam alcançar 37°C.

Fauna: Podem ser vistos na ilha mamíferos de grande porte, como lontra, mono-carvoeiro, bugio e, menos contundente, suçuarana e veado-mateiro, num total de 86 espécies catalogadas.

Também é considerada uma das principais áreas de abrigo de populações de jacaré de papo-amarelo, além de ser importante reduto e alimentação para as 5 espécies de tartarugas marinhas da região - tartaruga-cabeçuda, tartaruga-verde, tartaruga-de-pente, tartaruga-de-couro, tartaruga-oliva. Em seus costões há abundantes depósitos de algas, mariscos e crustáceos.

A Ilha é também uma das áreas de maior concentração de aves ameaçadas de extinção da região neotropical. Abriga cerca de 436 espécies de aves, sendo 29 ameaçadas de extinçã, como o papagaio-de-cara-roxa, a saracura-do-mangue e o saí-de-perna-preta, além de ser uma das três regiões da América do Sul com maior diversidade de aves limícolas, como o trinta-réis.

Flora: A Ilha do Cadoso representa uma amostra dos tipos de vegetação ocorrentes na faixa costeira de Estado, com pelo menos 986 espécies de fanerógamas.

Dentre essas destacam-se 118 espécies de Orchidaceae, 70 espécies de Mystaceae, 63 espécies de Leguminosae, 57 espécies de Gramineae e 50 espécies de Rubiceae.

Características Físicas: A Ilha é dominada em sua parte central por um maciço de rochas cristalinas, apresentando altitudes acima de 800m.

Parte da vertente leste desse maciço mergulha no mar, formando um litoral escarpado, ao contrário do norte e do sul, dominado por planícies. Na parte sul da Ilha, encontra-se uma extensa restinga arenosa, com cerca de 20km de comprimento por 500m de largura entre o oceano e o canal do Ararapira.

Visitação: Está aberto para visitação durante o ano todo, porém, é necessário efetuar reserva de camping ou pousada e as trilhas devem ser feitas somente com monitor ambiental.

A ilha possui meios de hospedagem (camping e pousada) gerenciados pelas comuniddes locais. É necessário reservar com antecedência através dos telefones comunitários. Para o alojamento no Núcleo Perequê, reservar no escritório administrativo, somente grupos acima de 15 pessoas.

As principais atrações da ilha são a Cachoeira Grande, Cachoeira do Ipanema, Piscinas da Lage, Cambriú.

Sobre o Parque: Exitem 6 comunidades locais, num total de 465 moradores, dos quais 35 são índios.

O Núcleo Perequê é a base operacional do Parque, com hospedaria para 72 pessoas (6 visitantes por apartamento), refeitório, centro de visitantes, auditório, casas para pesquisadores e laboratórios do Núcleo, os visitantes saem para as trilhas acompanhados de monitores.

Outras posssibilidades de hospedagem estão localizadas na vila de pescadores do Marujá, com acesso pelo Ariri, ao sul de Cananéia


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Endereço: Av. Wladimir Besnard s/n°
Contato: (13) 3851 1108

Foto: Cananet

 
    Parque Estadual Ilhabela TOPO
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Localização: Ilhabela. Ocupa cerca de 80% da ilha de São Sebastião.

Divisão: DRPE.

Acesso:
Pela Via Dutra, Rod. Ayrton Senna (SP 170) e Rod. Carvalho Pinto até São José dos Campos e pela Rod. dos Tamoios (SP 99), até Caraguatatuba. Seguir rumo a São Sebastião pela Rod. Rio-Santos (BR 101). Pegar a balsa para cruzar o canal e chegar à Ilhabela. Pela Rio-Santos o visitante chega direto à São Sebastião.

Subir rua ao lado direito da Igreja Evangélica Assembléia de Deus - próximo.

Área: 27.025 hectares.

Clima: Clima tropical úmido e temperatura média entre 22°C e 28°C.

Temperatura média entre 22°C e 28°C registra as vezes uma temperatura baixa de 15°C / 17°C.

Fauna: Foram identificadas no Parque 248 espécies de mamíferos e 53 espécies de anfíbios e répteis, boa parte restrita especificamente ao ecossistema local (espécies endêmicas).

Além disso, 14 dessas espécies de aves, 8 espécies de mamíferos, 6 espécies de répteis, 1 espécie de anfíbio e 1 espécie de invertebrado estão incluídas na relação da fauna brasileira de extinção.

Complementa-se a função faunística do Parque com sua utilização como ponto de descanso e alimentação de uma enorme variedade de espécies migratórias de longa, média e curta distâncias.

No primeiro caso estão aves aves como as batuíras e os maçaricos, provenientes no hemisfério norte, e os albatrozes, provenientes de ilhas subantárticas, além dos trinta-réisde bico vermelho. Já entre os mamíferos destaca-se a presença das três espécies de baleias e, entre os répteis, de 5 espécies de tartarugas marinhas.

Entre os migrantes de média distância encontram-se aves como as guaracavas, marias-cavaleiras e tesourinhas, provenientes do planalto central brasileiro, e mamíferos como a toninha e o boto, vindos das regiões do sul do trópico de Capricórnio.

E, entre os migrantes de curta distância, há aves que realizam apenas deslocamentos de altitude, como o beija-flor-preto-e-branco e outra vindas do Sul, como o caminheiro.

Flora: Árvores centenárias. Espécies pioneiras.

Espécies em extinção: Peroba, óleo de copaiba, caviúna.

Características Físicas: Relevo montanhoso. Apresenta rochas irregulares formadas por granitos gnáissicos, rochas alcalinas e tectônicas. O relevo é acidentado e imponente e o conjunto montanhoso ocupa cerca de 2/3 da extensão da Ilhabela. Os picos estão em alturas altimétricas de 1.000 a 1.379m.

Visitação: Está aberto para visitação durante o ano todo, das 7:00 às 16:30h, porém para grupos grandes enviar ofício prévio.

As principais atrações do Parque são as Piscinas naturais, além da fauna e flora, existem tembém, cinco poços naturais, 33 praias pela ilha, locais para mergulho, canoagem, caminhadas e ciclismo.

Sobre o Parque: O Parque Estadual de Ilhabela é uma das Unidades de Conservação que integram o Projeto de Preservação da Mata Atlântica, PPMA.

Executado através de uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo e o banco alemão KFW e inserido no Programa de Conservação Financeira Brasil Alemanha, o projeto está investindo recurso na fiscalização, implantação e consolidação das Unidades de Conservação assim como no apoio aos programas de educação ambiental.


::: Clique aqui e saiba mais sobre a Ilhabela.

Endereço: Rua Morro da Cruz - Itaguaçu
Contato: (12) 3896-2585 - (12) 3896-1646


Foto: Pisa Trekking

 
    Parque Estadual Intervales TOPO
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Localização: Estado de São Paulo. Serra de Paranapiacaba, entre os vales dos Rios Paranapanema e Ribeira do Iguape. Abrange cinco municípios: Ribeirão Grande, Guapiara, Iporanga, Eldorado e Sete Barras.

Distância da Capital:270 km.

Acesso:
Vindo de São Paulo e demais capitais da Região Sudeste, o melhor caminho é seguir de automóvel pela Rodovia Castelo Branco (SP280) até o trevo de Tatuí e de lá, apanhar outra estrada (SP127) sentido Itapetininga, Capão Bonito, atravessar esta última cidade até um entroncamento de onde se pode ir ou para Ribeirão Grande ou para Guapiara.

Optando por Ribeirão Grande, deve-se entrar na cidade e seguir as placas indicativas do Parque. Optando por Guapiara, segue-se 33km, onde se encontra placas indicativas do Parque.

Em ambos os casos, o último trecho é feito por estradas de terra que não oferecem maiores problemas para serem percorridas.

Área: 41.704,27 hectares.

Clima: O clima predominante é o subtropical de altitude sem estação seca (Ctb, segundo Koepper).

A temperatura média anual para a área da Sede do Parque varia entre 17°C e 19°C.

Flora: O Parque Intervales abrange parte da serra de Paranapiacaba e representa uma das áreas mais significativas dos remanescentes florestais do Estado de São Paulo, primeiro por abrigar inúmeras espécies vegetais e animais, incluindo algumas ameaçadas de extinção, e, depois, pelo seu ótimo estado de conservação. Inserido entre dois vales - o do Paranapanema e o do rio Ribeira de Iguape - o parque abriga uma extensa rede de drenagem, protegida pela mata atlântica, que recobre toda sua extensão.

Visitação: Esta reserva está estruturada para atividade ecoturística, com pousadas, trilhas, monitores ambientais, restaurante, segurança, museu e atividades. Tudo está planejado de acordo com um plano de gestão que respeita a fragilidade da Mata Atlântica.

Os passeios só podem ser feitos com acompanhamento dos monitores do Parque, com exceção da trilha autoguiada.

Sobre o Parque: O Parque Estadual Intervales, juntamente com o Parque Estadual Carlos Botelho, Estação Ecológica de Xitué, Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira - PETAR, Parque Estadual do Jacupiranga e Zona de Vida Silvestre da APA da Serra do Mar, compõem o chamado Contínuo Ecológico de Paranapiacaba, com mais de 120 mil ha, um dos mais significativos trechos protegidos da Mata Atlântica.

Essa região é área-piloto prioritária para implantação da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. Este trecho também foi reconhecido pela Unesco como reserva da biosfera mundial.


Endereço: Bairro Intervales, km 25 - Ribeirão Grande.
Contatos: - Ribeirão Grande: (15) 3542-1511 - (15) 3542-1245 - São Paulo: (11) 6997.5000


Foto: Fundação Florestal

 
    Parque Estadual Jacupiranga TOPO
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Localização: Municípios: Barra do Turvo, Cajati, Cananéia, Eldorado, Iporanga e Jacupiranga.

Divisão: DRPE

Distância da Capital:300 km.

Acesso:
Escritório de Administração: BR 116 -
Km 444
Núcleo Cedro: BR 116 - Km 543
Núcleo Caverna do Diabo: BR 116 - Km 476

Área: 150.000 hectares.

Clima: Temperatura média anual de 17°C, com máxima absoluta de 35°C e mínima absoluta
de -2,5°C.

Fauna: Sua fauna está representada entre outro mamíferos, pelo mico-leão-caiçara, uma espécie de primata só há pouco descoberta, além de outras ameaçadas de extinção, como o mono-carvoeiro, a lontra e a jaguatirica. Dentre as aves nas mesmas condições está o papagaio-de-peito-roxo.

Espécies em extinção: Papagaio-de-peito-roxo, mico-leão-caiçara, onça-pintada, jacutinga, mono-carvoeiro.

Flora: O tipo de vegetação predominante é a floresta de latifoliada tropical úmida, sendo que existe também uma mata de transição para a mata dos pinheirais na divisa com o Estado do Paraná.

Espécies em extinção: Canela-sassafrás, araucária, palmito-juçara.

Características físicas: Relevo formado por morrotes baixos, morros paralelos, serras alongadas, escarpas festonadas e morros em áreas de sumidouros.

Visitação: O Parque está aberto para visitação durante o ano todo, das 8:00 às 17:00h. O valor do ingresso é R$ 3,00 por pessoa.

As principais atrações são Cavernas, trilhas e cachoeiras, há também locais para a prática de rapel e caminhadas.

Sobre o Parque: O Parque Estadual de Jacupiranga foi criado em 8 de agosto de 1969, é um dos maiores do Estado, com cerca de 150.000 hectares, que estão limitados ao sul-sudoeste a área de Proteção Ambiental (APA) Federal de Guaraqueçaba, já no Estado do Paraná. Ao norte faz divisa com a APA da Serra do Mar e ao sudeste com a APA Cananéia-Iguape-Peruíbe. A Ocupação humana da BR 116 corta o Parque em 60Km.

O Parque subdivide-se em Núcleo Caverna do Diabo (visitação) e Núcleo Cedro (fiscalização). O núcleo Caverna do Diabo, está localizado no município de Eldorado, no entanto, a caverna e a maiorias das atrações está a cerca de 50 quilômetros da cidade.


Endereço: Av. Clara Gianotti de Souza, 1139 - Centro - Registro
Contatos: (13) 3821-5030


Foto: - Secretaria de Estado de Meio Ambiente

 
    Parque Estadual do Jaraguá TOPO
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Localização: São Paulo - Capital e Osasco.

Divisão: DRPE

Acesso:
Está a 16 Km da Praça da Sé.
Rod. Anhanguera, Estrada Parada de Taipas, Estrada de Pirituba e ferrovia Santos-Jundiaí, Estrada turística do Jaraguá.

Área: 491,98 hectares.

Clima: Clima CFb - Temperado de inverno seco, caracterizado por duas estações climáticas bem demarcadas, uma quente e úmida - verão, e outra fria e seca - inverno.

Temperatura média anual 20°C.
Temperatura média mais alta 22°C.
Temperatura média mais fria 18°C.

Fauna: Teiú, lagartos, macaco-prego, sagui, veado-catingueiro, bicho-preguiça, jaguatirica, ratão-do-banhado, furão, tucano, pica-pau , martim-pescador, garça-branca, biguá, biguatinga, saíra-sete-cores, bem-ti-vi, beija-flor, periquito, quati, cobras, grandevariedade de insetos e outros.

Flora: Palmeiras, palmito-juçara, samambaiaçu, guapuruvu, paineira, figueira, jatobá, aroeira, cambará, gameleira, anjico, quaresmeira, manac-da-serra, ipê, cedro, jequitibá, e outros.

Características físicas: Relevo montanhoso de serras alongadas. Complexo cristalino - Rochas ferromagnesianas granito e gnaisses, filitos e micaxistos, quartzitos e calcário.

Visitação: O Parque está aberto para visitação durante o ano todo, das 7:00 às 17:00h. As regras para visitação são: Não andar com animais e bicicletas nas trilhas.

As principais atrações são o Mirante (ponto mais alto da cidade de São Paulo), as trilhas e a fauna diversificada. Há também lagos, locais para caminhada e prática de rapel e escaladas.

O Parque oferece Programa p/ portadores de necessidades especiais e para a terceira idade.

Sobre o Parque: Conhecido por ser o ponto mais alto da região metropolitana, o
Parque Estadual do Jaraguá tem diversas trilhas que levam ao Pico de 1.135 metros de altitude e ao mirante, onde a vista privilegiada da cidade e arredores já vale o passeio. Ao longo das trilhas, é possível observar além de lagos e nascentes, animais silvestres em seu habitat nautural .

O Parque foi criado em 1961 e tem atividades para adultos e crianças. São churrasqueiras, quadras, playgrounds, albergue, lanchonete, pavilhão e anfiteatro a disposição do visitante. É possível chegar ao Pico do Jaraguá de carro pela estrada turística.


Endereço: R. Antônio Cardoso Nogueira, 539 - Jaraguá
Contatos: (11) 3941-2162


Foto: - Brazilian Portraits

 
    Parque Estadual do Juquery TOPO
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Localização: Municípios: Franco da Rocha
e Caieiras.

Divisão: DRPE

Acesso:
Av. Cruzeiro do Sul, R. Voluntários da Pátria, Av. Sta. Inês, Estrada de Sta. Inês (sentido SP-Franco da Rocha), Rod. Pref. Luiz Salomão Chamma. Rodoanel, saída Caieiras, Franco da Rocha sentido Mairiporã. Rod. Fernão Dias, saída Mairiporã, sentido Franco da Rocha.

Área: 3.006 hectares.

Clima: Clima Mesotérmico úmido, sem estação seca e com verão quente.

Temperatura média anual em torno de 20°C.

Fauna: O Parque conserva em seu habitat natural várias espécies de animais, aves, répteis, insetos e aracnídeos. Seriema, tatu-canastra, veado-campeiro, ouriço, gambá, lebre-do-mato, jaguatirica, capivara, serelepe, preá, rato-do-banhado, cascavel, coral, cobra-verde, jararaca, caninana, jararacuçu-do-brejo, lagartos, saracura, jacu, garça-branca, pixarro, pica-pau, corujas.

Espécie em extinção: Lobo-guará.

Flora: Área de preservação importante, principalmente por ser único remanescente de cerrado na região metropolitana de São Paulo. Localizado em meio a uma região de grande expansãourbana de dois municípios, Franco da Rocha e Caieiras, sua vegetação sofre constantes ataques. Possue grande variedade de espécies do cerrado. Fruta-do-lobo, barbatimão, copaíba, alecrim-do-cerrado, camarea, cambuí, pequi, gabiroba, pêra-do-cerrado, melãozinho-do-cerrado, íris-do-campo, ipoméa, caviúna-do-cerrado, maracujá-rasteiro, murici, douradinha, pau-santo, chifre-do-diabo, ipê-amarelo, capim-flechinha.

Espécie em extinção: Camarea.

Características físicas: Relevo de mar de morros, caracterizado pelo topos arredondados, vertentes com perfis convexos a retilíneos. Vales abertos a fechado, planícies aluvionares interiores desenvolvidas.

Visitação: O Parque está aberto para visitação de terça a domingo, das 8:00 às 17:00h. Grupos especiais e escolares devem fazer prévio agendamento, máximo de 50 pessoas.

As principais atrações são a Lagoa e o Ovo da Pata. Existem cachoeiras, lagos, mirante, espaço para caminhada e obervação da fauna e da flora silvestre.

Sobre o Parque: É uma extensão da Serra da Cantareira, situando-se em seu extremo noroeste, a uma altitude em torno de 900 m, estando seu ponto mais alto a 942 m. Constitui-se em um fragmento de cerrado, único da região metropolitana.

Em sua maior parte é formado por campo limpo. A ocorrência frequente de fogo na área deve ser um fator responsável pela manutenção desta fisionomia.

Nos grotões entre os morros e na parte baixa das encostas existem fragmentos de matas de fundos de vale, de dimensões variadas. A maior área florestada encontra-se nas encostas dos morros voltados para o Ribeirão Santa Inês, no limite leste do Parque. Já foram catalogadas 250 espécies de plantas com flor no Parque.


Endereço: Estrada do Governo, 1800
Contatos: (11) 4449 5545

Foto: Instituto de Biociências

 
    Parque Estadual do Jurupará TOPO
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Localização: Municípios: Ibiúna e Piedade.

Divisão: DRPE

Distância da Capital:
120 km.

Acesso:
Rod. Regis Bitencourt, até km 332 (Município de Juquitiba - Indicação de Placa: Usina do França) Estrada de Terra 10 km, até a Base (Base Cachoeira do França).

Área: 26.250,47 hectares.

Clima: Clima tipo Cfb (quente de inverno seco).
Temperatura média anual em torno de 22°C.

Fauna: Observam-se índicios da riqueza da fauna local, muito pássaros, répteis, mamíferos e primatas foram observados no interior do Parque.

Com frequência são constatados vestígios de animais como carreiros, tocas, penas, pelos e etc, que denotam a riqueza da fauna local. Através de dados fornecidos por moradores e pela Polícia Florestal, obtivemos uma relação de alguns animais existentes na área.

Embora estas informações não tenham caráter científico, acreditemos ser de grande valor os nomes vulgares fornecidos, pois estes são indicadores da importância da fauna ali existente.

Macaco-prego, preguiça, cutia, paca, serelepe, capivara, raposa, cachorro-do-mato, anta, cateto, veado-mateiro, veado-catingueiro, siriema, piriquito, sangue-de-boi, inhapim, uirapuru, saíra, azulão, bico-de-pimenta, nhambú, saracura, tangará, iratuá, pomba-de-gola, tucano, araçari, xexéu, juruviara, tié-tinga, tipuí, tuim, araponga, tovaca, curiango-tesoura-gigante, jaçanã, joão-bobo, tiriva, beija-flor, martim-pescador, bigua, socó, garça, bem-te-vi, juriti, tico-tico-rei, sanhaço e soldadinho.

Bastante diversificada, a fauna abriga espécies ameaçadas de extinção, como o mono-carvoeiro. Entre as aves ocorrem o raro gavião-pega-macaco e o sabiaca.

Flora: Apresenta árvores pertencentes, entre outras, as famílias Acanthaceae, Caesalpinaceae, Melastomataceae, Meliceae e Lauraceae. A cobertura florestal da região é abrangida pela vertente atlântica da Serra de Parapiacaba, é constituida de Floresta Latifoliada Tropical Úmida de encosta, rica em espécies, com ocorrência de lianas e espífitas, fetos arborecentes e palmaceas.

A paisagem exuberante é composta por floresta secundária com glebas em diferentes etágios de sucessão. A vasta existência de palmitos (Euterpe edulis) torna a área atraente ao extrativismo vegetal.

Há a presença de Arauçarias as quais são vistas aproximadamente a partir dos 600 m de altitude, consideramos ser este um fator de grande importância, pois a Araucária angustifolia encontra-se incluída na Lista Oficial de espécies da Flora Brasileira ameaçada de extinção.

Espécies em extinção: Palmito-juçara, araucária.

Características físicas: Relevo de morro paralelos extremamente acidentado, com fortes declividades.

O Parque apresenta fortes relevos montanhosos, típicos do contraforte da Serra do Mar.

Visitação: O Parque não está aberto a visitação pública.

Sobre o Parque: O mundo inteiro reconhece a importância dos 26 mil hectares do Parque Estadual Jurupará, dos quais 95% estão situados no município de Ibiúna.

Considerado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como reserva da biosfera, através da Unesco, é um dos maiores potenciais onde se podem aportar empreendimentos turísticos de vulto, sobretudo projeto de eco-turismo.

O Parque é considerado como, unidade de conservação e  administrado pelo Instituto Florestal.


Endereço: Estrada de Franca Fumaça - Km 1.0
Contatos: (11) 6231 1631

Foto: Município de Ibiúna

 
    Parque Estadual Mananciais de Campos do Jordão TOPO
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Localização: Município de Campos do Jordão.

Divisão: DRPE

Distância da Capital:
189 km.

Acesso:
Via Dutra.

Área: 503 hectares.

Clima: Clima Subtropical de altitude, mesotérmico e úmido.

Temperatura maxíma 27,2°C.
Temperatura minima -4,4°C.

Fauna: Papagaio-de-peito-roxo.

Flora: Florestas ombrofila mista com Araucária angustifolia.

Espécie em extinção: Araucária angustifolia.

Características físicas: Relevo de morros com serras restritas.

Visitação: O Parque possui alojamento com 36 leitos.

Sobre o Parque: O Parque Estadual dos Mananciais de Campos do Jordão foi criado em 1993, com o objetivo de proteger as cabeceiras do Córrego do Coutinho e do Ribeirão das Perdizes, que formam o Rio Sapucaí-Guaçu, afluente do Rio Grande.

Com as águas dos dois rios foi construída, em 1940, a Represa do Salto, que hoje é responsável por 60% da água consumida na cidade.


Endereço: Av. Pedro Paulo s/n°
Contatos: (12) 3663-3762


Foto: Secretaria do Estado de Meio Ambiente

 
    Parque Estadual Marinho da Laje de Santos TOPO
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Localização: Município de Santos, a 45 km.
da Ponta da Praia

Divisão: DRPE

Acesso:
Para se chegar ao PEMLS, entretanto, a distância varia em torno de 25 milhas náuticas ou 45 quilômetros, tendo em vista que os principais ancoradouros da região estão localizados no Guarujá, em Santos e em São Vicente, cidades centrais no litoral de São Paulo.

O acesso rodoviário a essas cidades pode ser feito pelo Sistema Anchieta-Imigrantes, com início na cidade de São Paulo, ou pela Rodovia Rio-Santos que liga o litoral sul do Estado de São Paulo ao Rio de Janeiro, passando por todo o litoral paulista.

Área: 5.000 hectares.

Fauna: O parque abriga em seu entorno comunidades típicas de recifes de coral e numerosas espécies de peixes, como o frade, e cromis-azuis e amarelos que se beneficiam dos nutrientes ali existentes.

Ao todo, já foram encontradas 28 famílias de peixes, abrandendo 63 espécies. Ao mesmo tempo, o parque apresenta um dos mais importantes pontos do litoral paulista de abrigo e reprodução de aves marinhas, como o jatobá-marrom e uma das únicas áreas do Brasil onde ocorre a reprodução do trinta-réis-real.

Nos costões rochosos que circudam a Laje pode-se presenciar, durante o inverno, a visita de numerosas espécies de aves e mamíferos migratórios, como o pinguim-de-magalhães e o lobo-marinho-subantártico, enquanto, de Agosto à Setembro, há a ocorrência da baleia-branca-austral.

É também um dos poucos pontos do litoral paulista onde se podem observar a raia-jamanta, o marlim-azul, o galha-branca e grupos de golfinho-pintado-do-atlântico.

Características físicas: De formato semelhante ao de uma baleia, com 550 m de comprimento, 33 m de altura e 185 m de largura em seus pontos extremos, a laje juntamente com os rocheados e os parcéis de Bandolim, do Brilhante, do Sul e do Novo, fazem a constituição do parque.

Visitação: Há a possibilidade de praticar mergulho, navegação, passeios de barco, além de obervação da fauna e da flora silvestre.

O PEMLS é um dos principais pontos turísticos subaquáticos do país, comparável aos melhores do mundo.

Sobre o Parque: O Parque Estadual Marinho da Laje de Santos [
PEMLS] foi criado em 27/09/1993. O PEMLS é o primeiro e único parque marinho dentre as Unidades de Conservação do Estado de São Paulo e objetiva a proteção do ambiente marinho.

O Instituto Laje Viva nasceu da indignação de alguns mergulhadores perante a pesca ilegal que, infelizmente, é uma realidade no Parque Estadual Marinho da Laje de Santos.


::: Clique aqui e conheça o Instituto Laje Viva.

::: Clique aqui e saiba mais sobre a Laje de Santos.

Endereço: Litoral Santista, a 45 quilômetros - está localizado a 164º e 16,8 milhas náuticas de seu ponto de referência náutica continental, o Farol da Ilha da Moela, em Santos.
Contatos: (13) 3261 3445


Foto: Maurício Andrade

 
    Parque Estadual Morro do Diabo TOPO
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Localização: Município de Teodoro Sampaio. Na confluência dos rios Paranapanema e Paraná, que dividem os Estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Distância da Capital: 700 km.

Acesso: SP 280 (Rod. Castelo Branco); SP 225 em Direção à Santa Cruz Do Rio Pardo. SP 270 até Presidente Prudente. SP 425 em Direção à Pirapozinho, SP 272 SP 563, SP 613 em direção à Teodoro Sampaio. SP 028 (Percorrer 10 Km).

O acesso à sede do Parque é feito pela rodovia vicinal do Córrego Seco.

Área: 33.845,33 hectares.

Fauna: A unidade abriga ainda grande parte das espécies da nossa fauna silvestre. Pode-se perceber a riqueza faunística por pegadas deixadas à beira de córregos, caminhos e estradas internas, sendo comum avistar-se indivíduos e até bandos de animais.

Por ser uma das últimas florestas do interior, a sobrevivência dessa fauna está intimamente ligada à integridade da floresta, de onde provém sua alimentação e abrigo. O Parque possui pelo menos 300 espécies de aves das 1.600 conhecidas no Brasil e animais de grande porte como a anta e a onça pintada, entre outros.

As matas protegidas são um dos últimos refúgios, no mundo, para o mico-leão-preto, uma das espécies ameaçadas de extinção que vivem no Parque Morro do Diabo.

Flora: Floresta estacional semidecidual, a floresta desta importante unidade de conservação tem como característica principal a queda das folhas durante a época da seca, em algumas espécies como ipês, cedros e guaritás. O Parque abriga a maior reserva de peroba-rosa do Estado, espécie ameaçada pelo desmatamento, devido à grande procura por sua madeira.

Características físicas: Floresta de planalto.

Visitação: O Parque dispõe de centro de visitantes, trilhas interpretativas monitoradas e hospedaria, destinadas a apoiar as atividades de educação ambiental desenvolvidas na unidade.

A visitação pública é geralmente constituída por estudantes e outros grupos organizados. Para tanto é necessário marcar as visitas com antecedência, uma vez que a procura é grande e a capacidade de atendimento é de 50 pessoas por dia, limite estabelecido para minimizar os impactos causados pelo uso público na área.

As regras para visitação são:

Serão recebidas exclusivamente as visitas marcadas com antecedência.

Obedecer sempre às instruções do guia.

Não leve alimentos para as trilhas, bebidas alcoólicas são proibidas em qualquer local.

Leve de volta o lixo que produziu.

Não colete plantas nem animais.

Respeite o traçado da trilha, não abrindo picadas ou atalhos. .

Limites para locais perigosos ou trechos interditados não devem ser ultrapassados.

Não corra ou brinque nas trilhas ou pontos, nem atire objetos em lagos ou rios.

Não escreva em árvores, pedras ou construções.

O ato de fumar ou produzir fogo é proibido nas trilhas.

Sobre o Parque: O Parque guarda a última grande área de floresta de planalto, uma vegetação que um dia já cobriu grande parte do território paulista. Seu nome vem da existência, em seu interior, de impressionante testemunho geológico: o Morro do Diabo, uma elevação imponente com seu ponto mais alto a 600 m acima do nível do mar.

Com suas características de solo, flora e fauna próximos da situação primitiva, representa os ecossistemas originais da região, destruídos pela ocupação e pelo desmatamento irracionais.


Endereço para correspondência: Rodovia SPV 28
- Km 11
- Teodoro Sampaio.

Foto: Instituto Florestal

 
    Parque Estadual de Porto Ferreira TOPO
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Localização: Município de Porto Ferreira.

Divisão: DRPE

Seção: Seção de Reservas de Porto Ferreira.

Distância da Capital: 272 km.

Acesso:
Rod. Anhanguera (SP 330) Km 215
.

Área: 611,55 hectares.

Clima: Clima Mesotérmico de inverno seco.
Temperatura média anual em torno de 20º C, com inverno não rigoroso. A média das temperaturas máximas é aproximadamente 22,8º C e das mínimas 17,2º C.


Fauna: Na área do Parque foram descritas 39 espécies de mamíferos, 186 espécies de aves, 14 espécies de serpentes, 16 espécies de sapos, 20 espécies de peixes.

Espécies em extinção: Lobo-guará, gato, mouristo, sauá, gato do mato, jaguatirica, suçuarana e lontra.

Flora: No cerrado, são comuns o pau-terra, cinzeiro, o murici, a sucupira e o ipê-amarelo, enquanto, na floreta, destacam-se exemplares de jequitibá-rosa, peroba, jatobá, cabreúva e cedro. Já na mata ciliar, repetem-se o jatobá, a cabreúva e o jequitibá-branco, além de figueiras, caxetas e embraúvas.

Características físicas: Localiza-se na Unidade morfoestrutural da Bacia sedimentar do Paraná, unidade moforestrutural da depressão períferica paulista, e unidade morfológica da depressão do Mogi-Guaçu.

Visitação: O Parque está aberto para visitação durante o ano todo (de Segunda à Sexta: 8:00 às 15:00).

As principais atrações são Trilhas, o Centro de visitantes, a capela e a área para piquenique com quioques. Há também lagos, espaço para caminhadas e obervação da fauna e da flora silvestre.

Sobre o Parque: O Parque Estadual de Porto Ferreira é uma das Unidades de Conservação administrada pelo Instituto Florestal, órgão da CINP- Coordenadoria de Informações Técnicas, Documentação e Pesquisa Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

Atualmente a região de Porto Ferreira possui cerca de 6% de suas matas primitivas, sendo a maior parte constituída pelo Parque Estadual de Porto Ferreira. Neste cenário o Parque preserva aspectos do que era a região antes da sua ocupação.

Endereço: Rodovia SP - 215, Km 90
Contato:
(19) 3581-2319

Foto: Porto Ferreira

 
    Parque Estadual da Serra do Mar - Núcleo Caraguatatuba TOPO
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Localização: Municípios: Caraguatatuba, Paraibuna e São Sebastião.

Divisão: DRPE

Acesso: Pegar Rod.Nova Dutra (BR 116) até São José dos Campos. De lá, siga pela Rod. Dos Tamoios (SP 99), sentido Caraguatatuba. No Km 80, vire a esquerda para entrar no núcleo e siga por mais 700 m até a Secretaria do Meio Ambiente.

Área: 88.000 hectares.

Clima: Clima úmido tropical atlântico.
Temperatura média anual de 22°C.


Fauna: Pode-se encontrar mamíferos como a onça-pintada, a anta, a paca, o bugio, o sagui-da-terra e o cachorro-vinagre.

Entre as aves destacam-se jacus, jacutingas, tucanos, araçaris, macucos e tangarás.

Espécies em extinção: Onças, jamantas, jacutinga, jacu-guaçu, paca, jaguatirica.


Flora: Maior parte do núcleo é recoberta por vegetação da Mata Atlântica. Compõem seu cénario jequitibás, cedros, canelas, ipês, guapuruvus e quaresmeiras.

Características físicas: Relevo predominantemente de escarpas festonadas.

PC - solos podzolizados em cascalhos
LVR - latossolos vermelho amarelo fase rasa.


Visitação: O Parque está aberto para visitação de Segunda à Sexta, das 8:30 às 16:00h. O valor do ingresso é de R$ 2,00 por pessoa. A sede do núcleo Caraguatatuba possui uma hospedaria simples, mas confortável e pode grupos de até 10 pessoas.

As regras para visitação são: Uso de tênis, roupas leves, andar em silêncio. A visita deve acontecer com aviso prévio.

As principais atrações são as trilhas, piscinas naturais e cachoeiras. Há a possibilidade de praticar canoagem, ciclismo, escalada, mergulho, navegação, passeios de barco e Obervação da fauna e da flora silvestre. O parque também oferece Programa para a terceira idade.


Sobre o Parque: O Parque Estadual da Serra do Mar é o maio Parque Estadual paulista, com 315.390 hectares, é a mais extensa unidade de conservação do Estado.

Em uma extensão que vai desde a divisa de São Paulo com o Rio de Janeiro até Itariri, no sul do Estado, passando por toda a faixa litorânea representa a maior porção contínua preservada de Mata Atlântica do Brasil, abrangendo 28 municípios: Bariri, Bertioga, Biritiba-Mirim, Caraguatatuba, Cubatão, Cunha, Iguape, Itanhaém, Juquitiba, Mogi das Cruzes, Mongaguá, Natividade da Serra, Paraibuna, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Peruíbe, Praia Grande, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Luiz do Paraitinga, São Paulo, São Sebastião, São Vicente, Suzano e Ubatuba.

Desde 1995, o Núcleo Caraguatatuba vem recebendo recursos financeiros, veículos, equipamentos e outras formas de apoio do Projeto de Preservação da Mata Atlântica, PPMA, projeto que é executado através de uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo e o banco alemão KfW, no contexto do Programa de Cooperação Financeira Brasil - Alemanha.

A melhoria na infra-estrutura operacional e administrativa, o treinamento e capacitação dos técnicos, estão possibilitando melhorar a eficiência na fiscalização e no desenvolvimento dos programas de educação ambiental e ecoturismo. A elaboração de um Plano de Gestão Ambiental para o Núcleo é também um dos objetivos do PPMA.


Endereço: R. Horto Florestal - Rio do Ouro
Contato:
(12) 3882-3166

Foto: Pisa Trekking

 
    Parque Estadual da Serra do Mar - Núcleo Cunha/Indaiá TOPO
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Localização: Municípios: Cunha e Ubatuba.

Divisão: DRPE

Distância da Capital: 240 km.

Acesso:
Rod. Presidente Dutra / Rod. Paulo Virginio (SP 171) / Estrada Municipal do Paraíbuna, na altura do km 56 da Rod. SP 171 entrar na Estrada Municipal do Paraibuna. Trafegar por 20 km em estrada não pavimentada.


O Núcleo Cunha-Indaiá fica a 30 km de Cunha, no km 53 da rodovia SP-171.

Área: 14.000 hectares.

Clima: Temperaturas médias de 22º C no verão e 18º C no inverno.

Fauna: Fauna diversificada de mata atlântica.

Espécies em extinção: Onça-pintada, mono-carvoeiro, papagaio-do-peito-roxo, macuco, jacu, jacutinga, sabiá-cica e anta.


Flora: Sobre uma região de relevo acidentado e vegetação secundária de Mata Atlântica, o núcleo preserva árvores de grande porte, com grande diversidade de famílias, incluindo representantes de Myrtaceae, Proteceae, Melastomataceae, Lauraceae e Magnoliceae.

Espécies em extinção: Pinheiro-do-paraná (Araucária angustifolia) , canela-preta (Ocotea), imbuia (Ocotea porosa), orquideas diversas, bromélias diversas.

Características físicas: Relevo formado de escarpas festonadas e morros paralelos.

Visitação: O Parque está aberto para visitação durante o ano todo, das 8:00 às 17:00h. As regras para visitação são: Não caçar, pescar, danificar a vegetação, fazer fogo e levar animais domésticos.

As principais atrações são as cachoeiras e as trilhas. Há também espaço para caminhadas e obervação da fauna e da flora silvestre.


Sobre o Parque: O Parque Estadual da Serra do Mar é o maio Parque Estadual paulista, com 315.390 hectares, é a mais extensa unidade de conservação do Estado.

Em uma extensão que vai desde a divisa de São Paulo com o Rio de Janeiro até Itariri, no sul do Estado, passando por toda a faixa litorânea representa a maior porção contínua preservada de Mata Atlântica do Brasil, abrangendo 28 municípios: Bariri, Bertioga, Biritiba-Mirim, Caraguatatuba, Cubatão, Cunha, Iguape, Itanhaém, Juquitiba, Mogi das Cruzes, Mongaguá, Natividade da Serra, Paraibuna, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Peruíbe, Praia Grande, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Luiz do Paraitinga, São Paulo, São Sebastião, São Vicente, Suzano e Ubatuba.

Endereço: Estrada Municipal do Paraibuna - Km 20 - Paraibuna
Contato:
(12) 3111-1818

Foto: Pisa Trekking

 
    Parque Estadual da Serra do Mar - Núcleo Curucutu TOPO
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Localização: Municípios: Itanhaém, São Paulo, Juquitiba e Mongagua.

Divisão: DRPE

Distância da Capital: 60 km.

Acesso:
Teotonio Villela / Estr. Parelhereiros / Estr. Marcilac

Últimos 19 km de terra ligar para saber as condições de acesso.


Área: 25.000 hectares.

Clima: Clima Tropical úmido com estações bem definidas.

Temperatura média 20º C.


Fauna: A região apresenta uma área significativa de campos naturais que lhe confere uma fauna e flora bastante singular, com ocorrência de pequenos roedores, insetos e répteis endêmicos; muito apreciados por aves de rapina, em particular as de hábito noturnos.

Acredita-se que, durante a migração dos índios guaranis em busca de lugares altos, ao alcançarem estes campos, no alto da Serra, depararam com enorme quantidade destas aves (corujas) e como de costume, batizaram a região com algo relacionado ao local, ou seja, Curucutu é uma espécie de coruja, comum na região.

Não existe um levantamento pronto, mas acredita-se existirem mais de cinco espécies, entre elas a suindara com aproximadamente 60 cm de comprimento
.

Características físicas: Mar de morros na parte continental e encostas na parte exposta ao oceano atlântico.

Variáveis com predominância de padrolicos nas partes altas.


Visitação: O Parque está aberto para visitação de Terça à Domingo, das 8:00 às 17:00h. A visita deve ser feita em 1 dia.

As principais atrações são as trilhas, o mirante e a bica. As cchoeiras e corredeiras estão fechadas para visitação. Há possibilidade de caminhadas, ciclismo, escalada e obervação da fauna e da flora silvestre.

O Parque oferece programas para a terceira idade e Trabalhos voluntários com ONGs e grupos organizados.


Sobre o Parque: O Parque Estadual da Serra do Mar é o maio Parque Estadual paulista, com 315.390 hectares, é a mais extensa unidade de conservação do Estado.

Em uma extensão que vai desde a divisa de São Paulo com o Rio de Janeiro até Itariri, no sul do Estado, passando por toda a faixa litorânea representa a maior porção contínua preservada de Mata Atlântica do Brasil, abrangendo 28 municípios: Bariri, Bertioga, Biritiba-Mirim, Caraguatatuba, Cubatão, Cunha, Iguape, Itanhaém, Juquitiba, Mogi das Cruzes, Mongaguá, Natividade da Serra, Paraibuna, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Peruíbe, Praia Grande, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Luiz do Paraitinga, São Paulo, São Sebastião, São Vicente, Suzano e Ubatuba.

No local onde está localizado o Núcleo Curucutu a atividade carvoeira predominou até a metade do século passado, quando a Fazenda Curucutu foi desapropriada e transformada em Reserva Florestal Estadual em 1958. Ainda é possível notar os fornos utilizados para a produção do carvão vegetal.

O Núcleo Curucutu tem importância estratégica na manutenção dos mananciais que alimentam a represa Guarapiranga. Nele estão situadas as cabeceiras dos rios Capivari, Embu-Guaçu, Itariri e Mambu. Além disso, sua porção paulistana localiza-se no interior da APA Capivari-Monos, que mantém uma cadeira exclusiva em seu Conselho Gestor para os gestores do Núcleo.

A sede tem algumas construções e um galpão no qual são realizadas pesquisas científicas, vigilância, palestras e conferências sobre educação ambiental.

Endereço: Estrada da Bela Vista - Embura do Alto
Contato:
(11) 6231-8555

Foto: Prefeitura da Cidade de São Paulo

 
    Parque Estadual da Serra do Mar - Núcleo Pedro de Toledo TOPO
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Localização: Municípios: Pedro de Toledo, Itariri, Peruíbe e Juquitiba.

Divisão: DRPE

Distância da Capital: 170 km.

Acesso:
Imigrantes; Padre Manoel da Nobrega; BR 116.


Área: 55.462 hectares.

Clima: Clima meio tropical úmido e semiúmido.

Temperatura média anual variando entre 13°C no inverno e 38°C no verão.


Fauna: Aves, mamíferos, insetos e répteis.

Flora: Floresta Ombrófila densa (montana e submontana).

Características físicas: Serranea e Costeira. Com escarpos, morros e morrotes.

Visitação: O Parque não está aberto para visitação.

Sobre o Parque: O Parque Estadual da Serra do Mar é o maio Parque Estadual paulista, com 315.390 hectares, é a mais extensa unidade de conservação do Estado.

Em uma extensão que vai desde a divisa de São Paulo com o Rio de Janeiro até Itariri, no sul do Estado, passando por toda a faixa litorânea representa a maior porção contínua preservada de Mata Atlântica do Brasil, abrangendo 28 municípios: Bariri, Bertioga, Biritiba-Mirim, Caraguatatuba, Cubatão, Cunha, Iguape, Itanhaém, Juquitiba, Mogi das Cruzes, Mongaguá, Natividade da Serra, Paraibuna, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Peruíbe, Praia Grande, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Luiz do Paraitinga, São Paulo, São Sebastião, São Vicente, Suzano e Ubatuba.

Endereço: R. Xererés
Contato: (13) 3419 2792

Foto: Pedro de Toledo

 
    Parque Estadual da Serra do Mar - Núcleo Picinguaba TOPO
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Localização: Município de Ubatuba.

Divisão: DRPE

Distância da Capital: 270 km.

Acesso:
Rod. Rio-Santos (BR 101); Rod. Oswaldo Cruz ou Rod. Tamoios até Ubatuba.


Área: 47.500 hectares.

Clima: Clima úmido das costas expostas à massa tropical atlântica.

Não apresenta grandes variações ao longo do ano, os valores médios mensais oscilam de 19,5°C (Junho) a 25,9°C (Fevereiro). As médias máximas anuais são de 26,6°C e de mínimas 19,6°C.


Fauna: Gambá, gato-do-mato, lontra, morcegos, preguiça, macaco-prego, paca, capivara, onça-parda, onça-pintada, tatu, tamanduá, veado cateto, cotia, sabiá, tucano, tiê, gaivota, trinta-reis, atobás, saíras, ariranha, jacu.

Espécies em extinção: Iodopleura pipra, Triclaria malachitada.

Flora: Biodiversidade juquitibá, jatobá, figueira-branca, jussara, canela, jacaterão, lhosão, manacá da serra, cedro, figueira, espinheira santa, angelim, guabiroba, guaca, guapeva, araticum, cortiça, tucum, patim, paté, estopeiro, caroba, caxeta, ipê-amarelo, imbiruçu, ingá-da-mata, pau-cigarra, embaúva, mata-pau, bacupari, beira-campo, tabuceiva, olho de cabra, canela-sassafras amarela, canela-limão, muchista, pimenteira.

Espécies em extinção: Mollinedia gelgiana perkins, ocotea porosa, poutena psamophylla.

Características físicas: Dois sistemas de relevo: escarpos festonados e escarpos com espigões digitados.

Visitação: O Parque está aberto para visitação durante o ano todo, das 9:00 às 16:00h. As principais atrações são as praias, trilhas e cachoeiras. Há também espaços para caminhadas, canoagem, passeios de barco, escaladas, mergulho, navegação e observação de fauna e flora silvestre.

Há comunidades tradicionais no local, cerca de 1.500 pessoas no interior, parte delas em reservas indígenas e quilombos.


Sobre o Parque: O Parque Estadual da Serra do Mar é o maio Parque Estadual paulista, com 315.390 hectares, é a mais extensa unidade de conservação do Estado.

Em uma extensão que vai desde a divisa de São Paulo com o Rio de Janeiro até Itariri, no sul do Estado, passando por toda a faixa litorânea representa a maior porção contínua preservada de Mata Atlântica do Brasil, abrangendo 28 municípios: Bariri, Bertioga, Biritiba-Mirim, Caraguatatuba, Cubatão, Cunha, Iguape, Itanhaém, Juquitiba, Mogi das Cruzes, Mongaguá, Natividade da Serra, Paraibuna, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Peruíbe, Praia Grande, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Luiz do Paraitinga, São Paulo, São Sebastião, São Vicente, Suzano e Ubatuba.

O Núcleo Picinguaba é o único trecho do Parque Estadual da Serra do Mar que atinge o nível do mar, protegendo assim os ecossistemas costeiros, cinco praias e também duas vilas (Cambury e Picinguaba) cujos moradores ainda mantém aspectos de sua cultura tradicional, constituindo alguns dos últimos redutos caiçaras do litoral norte.

E ainda, trata-se de um ponto ambientalmente estratégico por unir o PESM com o Parque Nacional da Serra da Bocaina através de uma sobreposição das duas unidades, integrando ambas a um conjunto formado ainda pela Área de Proteção Ambiental do Cairuçu e Reserva Ecológica da Joatinga, já no município de Paraty/RJ.


Endereço: Rod. BR 101 - Km 8
Contato: (12) 3832-9011

Foto: Secretaria de Estado do Meio Ambiente

 
    Parque Estadual da Serra do Mar - Núcleo Pilões TOPO
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Localização: Município de Cubatão.

Divisão: DRPE

Distância da Capital: 60 km.

Acesso:
Via Anchieta, entrando à direita no km 49 da Pista Sul numa estrada de serviço.

Na primeira bifurcação, entra-se à esquerda e na segunda bifurcação, à direita.

Mais três quilômetros de terra pela Estrada Elias Zarzur e chega-se ao Núcleo.


Área: 139.000 hectares.

Clima: Clima Tropical Úmido e subúmido.

Temperatuas médias anuais entre 22°C no verão e 18°C no inverno.


Fauna: Mono- carvoeiro, gato maracajá, tapiti, capivara serelepe, cahorro do mato, tamanduá mirim, onça vermelha, onça pintada, anta e tucano do bico verde.

Espécies em extinção: Mono-carvoeiro, gato maracajá.


Flora: Floresta Ombrofila Densa - Montana e de terras baixas.

Espécie em extinção: palmito.


Características físicas: Relevo formado de escarpas festonadas e morros paralelos.

Solos superficiais com textura argilosa-arenoso, solo de alteração na textura variada predominando os solos nilto, arenosos. Os solos de alteração em geral apresentam xistosidade bem preservada, abundância de minerais micacéos e veias de quartzo.


Visitação: O Parque está aberto para visitação durante o ano todo, das 9:00 às 12:00h e das 13:00 às 16:30h. O Agendamento deve ser feito com 15 dias de antecedência, informando: número de visitantes (mínimo de 10, máximo de 30), faixa etária, objetivo da visita, nome do responsável, dia e trilha desejada. O núcleo não oferece hospedagem.

As principais atrações são as trilha do Rio Pilões. Possui também cachoeiras, mirante, possibilidade de caminhadas, obervação da fauna e da flora silvestre e passeios de barco.

O parque também oferece Programa para portadores de necessidades especiais e terceira idade.


Sobre o Parque: O Parque Estadual da Serra do Mar é o maio Parque Estadual paulista, com 315.390 hectares, é a mais extensa unidade de conservação do Estado.

Em uma extensão que vai desde a divisa de São Paulo com o Rio de Janeiro até Itariri, no sul do Estado, passando por toda a faixa litorânea representa a maior porção contínua preservada de Mata Atlântica do Brasil, abrangendo 28 municípios: Bariri, Bertioga, Biritiba-Mirim, Caraguatatuba, Cubatão, Cunha, Iguape, Itanhaém, Juquitiba, Mogi das Cruzes, Mongaguá, Natividade da Serra, Paraibuna, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Peruíbe, Praia Grande, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Luiz do Paraitinga, São Paulo, São Sebastião, São Vicente, Suzano e Ubatuba.

Cercado pelos pólos industrial e petroquímico, o Núcleo Cubatão é um refúgio da vida selvagem.

O Núcleo Cubatão é uma das Unidades que integram o Projeto de Preservação da Mata Atlântica (PPMA) inserido no Programa de Cooperação Financeira Brasil-Alemanha e executado através de uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo e o Banco KfW.

Cobrindo uma área com mais de 17 mil km quadrados, o PPMA está investindo em fiscalização, implantação e consolidação das Unidades de Conservação e em programas de apoio à educação ambiental e ao ecoturismo.

No Núcleo Cubatão, os investimentos fortaleceram a infra- estrutura operacional e as equipes de fiscalização, que foram reaparelhadas com veículos, equipamentos de informática, barcos, uniformes e cursos de capacitação.

A elaboração do Plano de Gestão Ambiental para a unidade, intensamente discutido com todos os segmentos da comunidade regional, tem sido um dos principais objetivos do PPMA na sua missão de estabelecer uma estratégia que resulte em preservação ambiental e desenvolvimento.


Endereço: Trilha do Rio Pilões, Núcleo Cubatão, Parque Estadual da Serra do Mar.
Estrada Elias Zazur - Km 8
Contato: (13) 3377-9154

Foto: Governo do Estado de São Paulo

 
    Parque Estadual da Serra do Mar - Núcleo Santa Virgínia TOPO
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Localização: Município: Natividade da Serra, São Luís do Paraitinga, Cunha e Ubatuba.

Divisão: DRPE

Distância da Capital: 208 km.

Acesso:
Partindo da capital pode-se optar pela Rod. Presidente Dutra ou Rod. Ayrton Senna e Carvalho Pinto até chegar à cidade de Taubaté no Vale do Paraíba.

Uma vez em Taubaté seguir pela Rod. Oswaldo Cruz em direção à cidade de Ubatuba.

Na altura do quilômetro 78 desta Rod. entra-se à esquerda, em uma estrada de terra, e após cerca de 500 metros encontra-se a sede administrativa do Núcleo Santa Virgínia.


Área: 17.000 hectares.

O Núcleo Santa Virgínia encontra-se ainda em processo de regularização fundiária. Do total de 17 mil hectares, apenas 50% são de terras de propriedade do Estado de SP o restante das terras em processo de desapropriação, particulares e devolutas estaduais.


Clima: Clima Tropical úmido.

Temperatura média anual 21°C.


Fauna: Conforme caracterização do meio biótico do Núcleo Santa Virgínia, foram relacionadas 146 espécies e 68 subespécies de aves endêmicas da Mata Atlântica e inventariados 67 espécies de mamíferos não voadores, sendo que destes 10 são espécies ameaçadas de extinção e 30 foram de referência de literatura.

Espécies em extinção: Sabiacica, Macuco, Jacutinga, Anta, Onça-parda e Lontra.

Flora: Apresenta áreas de Mata Atlântica primitiva com grande diversidade de espécies vegetais, com predominância das famílias Lauraceae, Sapotaceae e Myrtaceae.

Características físicas: Predominantemente escarpado, tipicamente serrano com vertentes retilíneas.

O embasamento rochoso é constituído preferencialmente por granitóides. A cobertura pedológica é pouco profunda estando classificada como Latossolos Vermelho-amarelo orto fase profunda e fase rasa.


Visitação: O Parque está aberto para visitação durante o ano todo, das 8:00 às 17:00. As regras para visitação são: Trilhas obrigatoriamente monitoradas por funcionários do Núcleo ou monitor credenciado, previamente.

O Núcleo tem uma hospedaria com capacidade para receber 15 pessoas nos finais de semana e a cidade de São Luis do Paraitinga oferece opções de hospedagem em hotéis e pousadas.


As principais atrações são as cachoeira do Salto Grande, Cachoeira Poço do Pito e Rafting no Rio Paraibuna. Há também cachoeiras, corredeiras, mirante, espaço para caminhadas, ciclismo, canoagem e observação da fauna e da flora silvestre na Trilha do Ipiranga e do Corcovado.

Sobre o Parque: O Parque Estadual da Serra do Mar é o maio Parque Estadual paulista, com 315.390 hectares, é a mais extensa unidade de conservação do Estado.

Em uma extensão que vai desde a divisa de São Paulo com o Rio de Janeiro até Itariri, no sul do Estado, passando por toda a faixa litorânea representa a maior porção contínua preservada de Mata Atlântica do Brasil, abrangendo 28 municípios: Bariri, Bertioga, Biritiba-Mirim, Caraguatatuba, Cubatão, Cunha, Iguape, Itanhaém, Juquitiba, Mogi das Cruzes, Mongaguá, Natividade da Serra, Paraibuna, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Peruíbe, Praia Grande, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Luiz do Paraitinga, São Paulo, São Sebastião, São Vicente, Suzano e Ubatuba.

Os principais núcleos de habitação humana inseridos no Núcleo Santa Virgínia são, em São Luís do Paraitinga, o Bairro do Puruba e, em Natividade da Serra, o Bairro da Guaricanga.

As 17 cachoeiras do Núcleo Santa Virgínia se espalham pelos rios Ipiranga, Ribeirão Grande, Paraibúna e seus afluentes. Protegidos pelas florestas, estes rios são fonte de água pura para milhares de pessoas que vivem no Vale do Paraíba do Sul, o rio que abastece também mais de 80% da população do Rio de Janeiro.

A manutenção das trilhas de visitação e a melhoria do sistema de informação visual com placas indicativas para orientar o visitante, são alguns dos resultados das ações de apoio ao ecoturismo e à educação ambiental, desenvolvidas no Núcleo através do Projeto de Preservação da Mata atlântica, PPMA.

Inserido no Programa de Cooperação Financeira Brasil-Alemanha e executado através de uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo e o banco alemão KfW, o PPMA tem investido recursos também na melhoria da fiscalização e proteção da Mata Atlântica através da compra de veículos, equipamentos de informática e comunicação e treinamento de pessoal técnico, além de coordenar as discussões com as comunidades locais para a elaboração dos Planos de Gestão Ambiental para as Unidades de Conservação abrigadas pelo Projeto.


Endereço: Rod. Oswaldo Cruz - Km 78 - Barro Branco
Contato: (12) 3671 9159


Foto: Secretaria de Estado do Meio Ambiente

 
    Parque Estadual da Serra do Mar - Núcleo São Sebastião TOPO
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Localização: Município de São Sebastião.

Divisão: DRPE

Distância da Capital: 157 km.

Acesso:
SP 55 - BR 101
.

Área: 40.100 hectares.

Área sobre influência administrativa do Núcleo 27.615,24 hectares, sendo incorporada do patrimonio do Estado 2.090,52 hectares na comarca de São Sebastião - PESM envolve 70%do município.

Clima: Clima SubTropical úmido.

Temperatura média anual 21,3°C.
Temperatura mínima média anual 18,4°C.
Temperatura maxima média anual 25°C.


Fauna: Muitas das espécies de animais encontradas no Petar estão na lista de ameaçadas de extinção. Contudo, a ausência de luz condiciona a existência de uma fauna restrita, em que se destaca um peixe albino e sem olhos conhecido como bagre-cego.

Espécies em extinção: Muriqui, Pintor-verdadeiro, onça-pintada, sussuarana, lontra, jaó.

Flora: Predominância de Myrtáceas, Rubiáceas e Melastamatácea.

Espécies em extinção: Leguminosas, Palmesceas, Bromeliceas e Orquidiceas, Palmeces (palmito juçara).


Características físicas: A área do município de São Sebastião insere-se em 3 compartimentos geomorfológicos regionais: Planalto Atlântico, Serrania Costeira e Baixadas Litorâneas.

No Planlato Atlântico desta região 2 zonas se distinguem: Planalto Juqueriquerê e a do Planalto Paulistano.


Visitação: O Parque está aberto para visitação para até 40 pessoas por dia.

Há cachoeiras, corredeiras, praias, lagos, mirante, espaço para caminhada e obervação da fauna e da flora silvestre.

Sobre o Parque: O Parque Estadual da Serra do Mar é o maio Parque Estadual paulista, com 315.390 hectares, é a mais extensa unidade de conservação do Estado.

Em uma extensão que vai desde a divisa de São Paulo com o Rio de Janeiro até Itariri, no sul do Estado, passando por toda a faixa litorânea representa a maior porção contínua preservada de Mata Atlântica do Brasil, abrangendo 28 municípios: Bariri, Bertioga, Biritiba-Mirim, Caraguatatuba, Cubatão, Cunha, Iguape, Itanhaém, Juquitiba, Mogi das Cruzes, Mongaguá, Natividade da Serra, Paraibuna, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Peruíbe, Praia Grande, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Luiz do Paraitinga, São Paulo, São Sebastião, São Vicente, Suzano e Ubatuba.

Endereço: Pr. Simeão Faustino, 17 - Praia Juqueí
Contato: (12) 3863 1707


Foto: EcoVenture

 
    Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira - PETAR TOPO
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Localização: Municípios: Iporanga e de Apiaí.

Divisão: DRPE

Distância da Capital: 368 km.

Acesso:
SP 280 ( Rod. Castelo Branco) até o Trevo Tietê-Tatuí; SP 127 até Capão Bonito; SP 250 até Apiaí; SP 165 até o Petar ou BR 116 (Rod. Régis Bitencourt) até Jacupiranga; SP 193 até Eldorado; SP 165 até o Petar.

Área: 35.712 hectares.

Clima: Clima Subtropical úmido sem estação seca, com verão quente e fresco.

Fauna: Mono-carvoeiro, jacutinga, jacu-guaçu, onça-pintada, onça-parda, lontra, cagado-medusa, gavião-pomba grande, irara, harpya, bagre-cego.

Flora: Canelas, cedros, figueiras, jatobás, bucúvas, palmito.

Características físicas: Relevo de serras alongadas morros em áreas de sumidouros e escarpas festonadas.

O relevo é montanhoso com uma grande complexidade de padrões como serras alongadas, montanhas com vales profundos em forma de "V", vertentes com perfis retilíneos e convexos, escarpas festonadas e espigões digitados, conferindo a região uma grande amplitude topográfica que varia de 200 m a mais de 1.000 m
.

Visitação: O Parque está aberto para visitação durante o ano todo, das 8:00 às 17:00h. O valor é R$ 3,00 a entrada, R$ 6,00o pernoite no camping.

As principais atrações são as cavernas, cachoeiras e trilhas. Há também c ânions, corredeiras, espaço para caminhadas, escaladas e ciclismo, além de obervação da fauna e da flora silvestre
.

Existem dezenas de campings e pousadas ao longo de toda estrada de terra que dá acesso aos núcleos Santana e Ouro Grosso. A partir de Iporanga são 18 km. Não espere muito luxo, a maioria possuem ambientes rústicos, porém bem agradáveis.

Sobre o Parque: Forma um contínuo ecológico com outras unidades estaduais de conservação, os Parques Estaduais Intervales e Carlos Botelho.

No seu passado colonial, a região foi objeto, já no século 16, de expedições pioneiras. Em 1531, Pero Lobo subiu o Rio Ribeira de Iguape à procura de jazidas de ouro, logo descobertas nos afluentes do alto Ribeira. Em função da mineração, foi fundada a cidade de Iporanga.

Quatro núcleos de apoio orientam os visitantes: Santana, Ouro Grosso, Casa de Pedra e Caboclos. Os três primeiros contam com instalações do Instituto Florestal. O último é dotado de infra-estrutura conjunta Instituto Geológico - Instituto Florestal, com alojamento para guias e pesquisadores, tendo também área para acampamento, onde são recebidos cerca de 1000 visitantes por ano.

Os núcleos contam com guias treinados para o monitoramento da visitação. Além dos guias oficiais, o Instituto Geológico, em estreita cooperação com o Instituto Florestal, realiza programas de treinamento de monitores ambientais locais, como alternativa ocupacional inserida no contexto do desenvolvimento sustentável.


Endereço: Av. Isidoro Alpheu Santiago - Apiaí
Contato: (15) 3552-1875

Foto: Universidade de Brasília

 
    Parque Estadual Vassununga TOPO
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Localização: Município de Santa Rita do Passa Quatro.

Divisão: DRPE

Distância da Capital: 245 km.

Acesso:
km 245 da SP 330 (Rod. Anhanguera).

Área: 1.732 hectares.

Clima: Clima Temperado macrotérmico, moderadamente chuvoso, de inverno seco não rigoroso.

Temperatura méda anual de 28º C . Meses mais frios: Maio, Junho, Julho. Meses mais quentes: Dezembro, Janeiro e Fevereiro.


Fauna: Descrição de ocorrência na Unidade é a encontrada na Mata Atlântica, com alguma variação decorrente da proximidade da vegetação do Cerrado e da Floresta Ripária.

Em levantamentos preliminares foram observadas em torno de 172 espécies de aves (Martuscelli e Olmos, 1993) mais de 30 espécies de mamíferos e uma variedade significativa de répteis, anfíbios e invertebrados.

Na Unidade destacam-se as seguintes espécies de aves: Urubu-rei (sarcoramphus papa); papagaio verdadeiro (Amazona aestiva), macuco (tinamus solitarius); gavião de cabeça cinza (Leptodon caynnensis); entre outros.

Mamíferos: cachorro do mato, vinagre (Spethos venticus), tamanduá bandeira (Tamanduá tetradactyla) lobo guará (chrysocyon brachyurus); onça parda (puma concolor); veado campeiro (ozotoceros bezoarcticus), entre outros.


Espécies em extinção: Papagaio-Verdadeiro, Lobo-Guará, Onça-Parda, Tamanduá-Bandeira.

Flora: O Parque Estadual de Vassununga por apresentar seu território fragmentado, constituído por 6 fragmentos de vegetação natural, sendo que nos interflúvios com habitat mesófilo predomina a formação cujo climax é a Floresta Estacional Latifoliada Tropical Pluvial ou Mata Mesófila (Andrade Lima, 1966).

Nas baixadas e planícies de inundação com habitat hidrófilo ocorre as formações cujo climax é a Floreta Ripária ou Ciliar (Noffs e Mattos, s/d). A área complementar do território do Parque apresenta cobertura vegetal de Cerrado em suas várias fisionomias.

No Parque destacam-se as seguintes espécies: jacarandá-paulista (Machaerium villosum), jequitibá-rosa (Cariniana legalis), peroba-rosa (Aspidosperma polyneuron) entre outros.

Espécies em extinção: Peroba-rosa, jequitiba-rosa.


Características físicas: Relevo de colinas médias e morros amplos. Situado na Província geomorfológica de cuestas balsáticas, na linha de cuesta externa. A forma de relevo onde ocorre é de em planaltos dissecados, onde ocupa morros com encostas suavizadas, ocupando relevo de morros amplos.

Na área de floresta estarional semidecidual, solo Latossolo Roxo distrófico e Latossolo Vermelho escuro. No cerrado o solo é Latossolo Vermelho-amarelo álico e Neossolo quatzarênico álico. Na floresta ripária o solo é gley pouco húmico.


Visitação: O Parque está aberto para visitação durante o ano todo, das 8:00 às 17:00h. As regras para visitação são: Trilha guiada e Centro de Visitantes com agendamento prévio.

As principais atrações são o Jequitibá-rosa milenar e o Centro de Visitantes e Bosque dos Jequitibás. Há também espaço para caminhada e obervação da fauna e da flora silvestre. O Parque tmbém oferece Programa para portadores de necessidades especiais e terceira idade.


O Parque possui alojamento.

Sobre o Parque: O Parque possui a maior concentração de jequitibás-rosa (Cariniana legalis) do Estado de São Paulo.

Endereço: Rod. SP 330 - Km 245
Contato: (19) 9766-2217

Foto: Embrapa

 
    Parque Estadual Xixová-Japuí TOPO
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Localização: Município de Praia Grande e São Vicente.

Distância da Capital: 75 km.

Acesso:
Rodovia Dos Imigrantes Ou Anchieta, Após Ponte Pensil.

Área:  901 hectares.

Fauna: Floresta Atlântica e Ecossistemas Costeiros.

Visitação: O interesse dos ambientalistas é incentivar a preservação do Parque Estadual Xixová-Japuí, já que o prédio do Curtume está dentro dos limites do parque. Cursos de Educação Ambiental e visitas monitoradas ao parque poderiam ser organizadas no prédio.

Sobre o Parque: O curtume funcionou em São Vicente por cerca de 60 anos, chegando a empregar nesse período 400 funcionários na Cidade. Com a desativação do matadouro de gado em Santos, na década de 70, o estabelecimento entrou em fase de decadência, uma vez que dependia da matéria-prima de outras cidades, e acabou sendo fechado pelos proprietários.

Locatário do imóvel, o empresário Daniel Martines montou uma fábrica de tecelagem no prédio, que funcionou por pouco tempo. Há cerca de quatro anos, ele tentou ainda montar um estacionamento para ônibus de excursão, com o objetivo de estimular a vinda do turismo de um dia para o Município. Entretanto, foi obrigado a encerrar as atividades com a criação do Parque Estadual Xixová-Japuí, que tornou a região uma área de preservação ambiental.


Endereço para correspondencia: Rua Do Horto, 931
- São Paulo


Foto: Novo Milênio

Saiba mais:

Parque Estadual é uma categoria de Unidade de Conservação que se destina a preservar as áreas naturais ou pouco alteradas, abrangendo paisagens, ecossistemas e/ou sítios geológicos de grande interesse para atividades científicas, educacionais e recreativas, de lazer, realizadas em obediência a planos de manejo.

As unidades de conservação integrantes do S.N.U.C. (Sistema Nacional de Unidades de Conservação) dividem-se em dois grupos, com as seguintes categorias de manejo: Unidades de Proteção Integral, aonde estão os Parques Estaduais, e Unidades de Uso Sustentável.
Todos os mapas apresentados aqui, são de caráter informativo e estão sujeitos à confirmação.
É proibida a reprodução destas imagens, exceto com autorização fornecida pela Opy Editora Ltda.

Fontes consultadas: Instituto FlorestalSecretaria de Estado do Meio Ambiente
Ambiente Brasil • 2008